PUBLICAÇÕES  estudos
Programa: Formação - Ação
Área Temática 1: GESTÃO PARA A COMPETITIVIDADE

OBJETIVO: Qualificar as PME para reforço da sua competitividade e resposta no mercado global e internalizar competências para a melhoria continua e para a prossecução de projetos de mudança organizacional

Área Temática 2: INOVAÇÃO E EFICIENCIA DE PROCESSOS PRODUTIVOS

OBJETIVO: Inovar, Otimizar e Melhorar os processos produtivos, ao nível do Produto, Processo ou Serviço


Identificação e Enquadramento do projeto:

Aviso: POCI-60-2015-36
Sistema de Incentivos – Projetos Conjuntos Formação-Ação
Programa Operacional: Programa Operacional Competitividade e Internacionalização

Eixo Prioritário: Promoção e sustentabilidade e da qualidade do emprego

Objetivo temático: Promoção e sustentabilidade e da qualidade do emprego e apoiar a mobilidade laboral

Prioridade de Investimento: Adaptação dos trabalhadores, das empresas e dos empresários à mudança
Organismo Intermédio: IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I.P.
N.º de candidatura: POCI-03-3560-FSE-000184

Fundo: Fundo Social Europeu
Financiamento Aprovado: 362.644,96 euros
Financiamento Público: 157.945,46 euros
Contribuição Privada: 204.699,50 euros (inclui os encargos com os ativos em formação)


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Programa: Formação - Ação
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO

OBJETIVO: Qualificar as PME para reforço da sua competitividade e resposta no mercado global e internalizar competências para a melhoria continua e para a prossecução de projetos de mudança organizacional

Linhas Orientadoras com vista à ação nas empresas:
Introdução de novos ou melhorados métodos de organização do trabalho, reforço das capacidades de gestão, redesenho e melhorias de layout, projetos lean ou six sigma, criação de modelos mais eficientes de organização e planeamento

Identificação e Enquadramento do projeto:

Aviso: POCI-60-2016-06
Sistema de Incentivos – Projetos Conjuntos Formação-Ação
Programa Operacional: Programa Operacional Competitividade e Internacionalização

Eixo Prioritário: Promoção e sustentabilidade e da qualidade do emprego

Objetivo temático: Promoção e sustentabilidade e da qualidade do emprego e apoiar a mobilidade laboral

Prioridade de Investimento: Adaptação dos trabalhadores, das empresas e dos empresários à mudança
Organismo Intermédio: AEP – Associação Empresarial de Portugal
N.º de candidatura: POCI-03-3560-FSE-000377

Fundo: Fundo Social Europeu
Financiamento Aprovado: 800.098,80€euros
Financiamento Público: 368.800,92 euros
Contribuição Privada: 431.297,88 euros (inclui os encargos com os ativos em formação).

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Capacitação da Indústria Cerâmica Portuguesa 2016
Capacitação da Indústria Cerâmica Portuguesa
Um Cluster, uma Estratégia, Mercados Prioritários
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Manual de Eficiência Energética para o Setor Cerâmico, produzido no âmbito do PPEC 2013-2014, financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE)

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Análise de Efeitos Cruzados e Custo-Benefício da Utilização de Combustíveis Sólidos na Cozedura de Materiais Cerâmicos e seu Enquadramento nas Emissões Gasosas
Projeto SIAC n.º 38235 - Atividade: “Análise de efeitos cruzados e custo-benefício da utilização de combustíveis sólidos na cozedura de materiais cerâmicos e seu enquadramento nas emissões gasosas
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PROFICER – Relatório de Execução
Produzido no âmbito do projeto SIAC n.º 38740 – “Cerâmica Portuguesa: Novas Tendências, Novas Profissões”
Documento com 395 páginas, cuja versão integral poderá ser solicitada à APICER.
Modelo de Formação Dual para o Setor Cerâmico Português
Produzido no âmbito do projeto SIAC n.º 38740 – “Cerâmica Portuguesa: Novas Tendências, Novas Profissões”
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Ferramenta metodológica de análise de viabilidade técnica e económica de implementação de MTD’s
Permite orientar as empresas cerâmicas no cálculo dos custos/benefícios da implementação de uma Melhor Técnica Disponível (MTD)
Projeto SIAC n.º 38235 - Atividade: “Análise de efeitos cruzados e custo-benefício da utilização de combustíveis sólidos na cozedura de materiais cerâmicos e seu enquadramento nas emissões gasosas”

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Cerâmica de Mesa Portuguesa: O contributo deste sector para a sustentabilidade
Projeto SIAC n.º 38235 - Atividade: “Avaliação prospetiva da libertação de metais pesados pela louça cerâmica utilitária em contacto com os alimentos”
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Ficha Técnica Conformidade Louça Segura
Projeto SIAC n.º 38235 - Atividade: “Avaliação prospetiva da libertação de metais pesados pela louça cerâmica utilitária em contacto com os alimentos”
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Avaliação prospetiva da libertação de metais pesados pela louça cerâmica utilitária em contacto com os alimentos
Projeto SIAC n.º 38235
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Marca “Ceramics Portugal Does It Better“
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Cerâmica Portugal”.
Marca “Ceramics Portugal Does It Better” (nas variantes Gold e Silver) registada no INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, conforme publicação no Boletim da Propriedade Industrial n.º 2013/03/28.

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Regulamento de Normas de Atribuição do Selo “Ceramics Portugal Does It Better“
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Cerâmica Portugal”.
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Manual de Normas Gráficas do Selo “Ceramics Portugal Does It Better“
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Cerâmica Portugal”.
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Formulário de Candidatura ao Selo “Ceramics Portugal Does It Better“
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Cerâmica Portugal”.
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Press Kit de promoção do Selo “Ceramics Portugal Does It Better“, em língua portuguesa
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Cerâmica Portugal”.
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Press Kit de promoção do Selo “Ceramics Portugal Does It Better“, em língua inglesa
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Cerâmica Portugal”
Documento com 37 páginas, cuja versão integral poderá ser solicitada à APICER.

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Press Book “Ceramics Portugal Does It Better“
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Cerâmica Portugal”
Notícias publicadas na comunicação social. Documento com 241 páginas, cuja versão integral poderá ser solicitada à APICER.

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Cooperação entre Empresas no Setor da Cerâmica - A Agregadora de Energia
Projeto SIAC n.º 17017 - Atividade: “Promoção de Redes de Cooperação entre Empresas no Setor da Cerâmica”
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Projecto Europeu INSYSME
Este projecto de investigação colectiva, financiado no âmbito do 7.º Programa-Quadro da União Europeia, terá a duração de três anos e reúne 16 parceiros entre Universidades, Associações e Empresas Europeias. O INSYSME, cuja sigla significa “Sistemas Inovadores Sismo-resistentes de Enchimento de Vãos em Edifícios de Estrutura Porticada em Betão", visa reforçar o desempenho sísmico de paredes, quer de divisórias, quer de fachadas.

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Formação PME
Ao abrigo da Tipologia 3.1 – Programa de Formação Ação do POPH, cujo organismo intermédio a AEP – Associação Empresarial de Portugal, está em curso um projeto que visa a prestação de serviços de
formação e de consultadoria em 28 empresas que apresentaram manifestação de interesse e foram selecionadas de acordo com o processo de elegibilidade para a tipologia em causa.

A operacionalização deste projeto conta com a colaboração da empresa CH Business Consulting, SA, e do CTCV - Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro. Este projeto será concluído em 30/06/2014
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Projecto Europeu SILICOAT
O SILICOAT, projeto europeu coletivo no âmbito do 7º quadro comunitário de apoio, tem como objetivo desenvolver e implementar tecnologias de revestimento da sílica cristalina respirável nos processos de cerâmica, a fim de tornar o uso de materiais contendo sílica cristalina, intrinsecamente seguros do ponto de vista toxicológico
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AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO À SÍLICA CRISTALINA RESPIRÁVEL NA INDÚSTRIA CERÂMICA – RELATÓRIO FINAL
A sílica livre cristalina é utilizada em praticamente todos os tipos do processo cerâmico.
Do estudo realizado concluiu-se que os valores obtidos permitem aferir da existência de situações em que os trabalhadores estão expostos acima do valor limite de exposição.
Da análise dos resultados podem-se tirar algumas conclusões gerais:
- A exposição está dependente, não só da tarefa, mas também da proximidade das fontes de poeiras, podendo encontrar-se situações em que a distância à fonte é, relativamente elevada;
- As melhorias nos locais de trabalho de maior risco refletem-se nos restantes postos de trabalho;
- Existem técnicas para a mesma tarefa que originam menores níveis de exposição. Nesse sentido, foi elaborado um Guia de Boas Práticas (em separado).

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GUIA PARA AS BOAS PRÁTICAS DE REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA CERÂMICA À SÍLICA CRISTALINA RESPIRÁVEL
Tendo por objetivo a redução da exposição dos trabalhadores da indústria cerâmica à sílica cristalina respirável, este Guia de Boas Práticas contém listas de verificação e meios para apoio às ações de formação e informação a desenvolver na empresa, de forma a apoiar a implementação das boas práticas identificadas nas empresas do sector cerâmico.

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GUIA DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS
Este Guia de Boas Práticas Ambientais, desenvolvido no âmbito do estudo "Medidas de sensibilização e controlo de substâncias libertadas de materiais cerâmicos para meios aquosos", constitui um referencial de práticas a implementar pelas empresas cerâmicas, particularmente as produtoras de materiais cerâmicos sujeitos a factores climáticos, como telhas e pavimentos e revestimentos.
Através deste Guia, as empresas poderam proceder ao controlo de substâncias de forma a poderem ser substituídas as matérias-primas, aditivos ou combustíveis que possam ser os indutores dessas substâncias para o ambiente (água).

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MEDIDAS DE SENSIBILIZAÇÃO E CONTROLO DE SUBSTÂNCIAS LIBERTADAS DE MATERIAIS CERÂMICOS PARA MEIOS AQUOSOS - RELATÓRIO
Este estudo permitiu obter os seguintes resultados:
- Uma metodologia de identificação das substâncias contidas nos materiais cerâmicos que possam migrar para a água, bem como as quantidades de migração, tendo em conta que, as substâncias químicas regulamentadas que possam ser libertadas pelos materiais cerâmicos poderão ser provenientes das matérias-primas, dos combustíveis, aditivos, engobes, vidros ou impermeabilizantes.
Foi também estabelecida a tipologia de normas e ensaios a utilizar e os parâmetros ou substâncias a determinar.
- Um estudo de quantificação das substâncias libertadas dos produtos cerâmicos (que estão em contacto com agentes meteorológicos como a pluviosidade), das empresas representativas dos dois subsectores (produtores de ladrilhos e produtores de telhas), para o meio aquoso, de acordo com a metodologia desenvolvida anteriormente.
- Um Guia de Boas Práticas a implementar pelas empresas cerâmicas (em separado)
- Um modelo-tipo de declaração da libertação potencial de substâncias regulamentadas, resultantes dos produtos de construção, de forma a determinar a conformidade dos produtos com os futuros requisitos regulamentares, que os fabricantes possam vir a utilizar.

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PROMOÇÃO DO EMPREENDEDORISMO E DE CRIAÇÃO DE EMPRESAS COM MAIOR VALOR ACRESCENTADO NO SECTOR CERÂMICO
Este estudo, concluído em Dezembro de 2012, resulta de uma análise efetuada ao nível de cada um dos subsectores da indústria cerâmica, com os seguintes resultados:
- Caracterização do sector;
- Relatório de benchmarking (identificação das melhores práticas adotadas pelos líderes do sector, a nível nacional e internacional);
- Relatório de envolvimento com Stakeholders (feedback dos players relevantes, incluindo clientes, potenciais clientes, arquitectos, empreiteiros, entre outros);
- Road map (identificação de áreas de actuação e iniciativas prioritárias);
- Plano de envolvimento com Stakeholders (manutenção de relações que assegurem a continuidade do processo).

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ESTUDO DO COMPORTAMENTO TÉRMICO DAS COBERTURAS COM TELHAS CERÂMICAS
Este estudo foi concluído em Novembro de 2012, com os seguintes objetivos:
- Determinar quais as coberturas com telhas cerâmicas que, quando aplicadas de acordo com as regras de boa prática, apresentam melhores condições de conforto térmico;
- Comparar o comportamento térmico de coberturas inclinadas e coberturas planas;
- Influenciar a revisão do Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE, DL 80/2006) no sentido de valorizar a aplicação de telhas cerâmicas.

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Guia de Boas Práticas de Gestão Estratégica na Indústria Cerâmica Europeia
Sendo um setor eminentemente exportador onde já possui um longo historial de negócios internacionais, é natural que a sua ambição de melhoria se situe na equivalência às melhores práticas que se desenvolvem nos mercados mais importantes.

Assim, a APICER apostou em fazer a investigação sobre as boas práticas de quatro dosprincipais mercados a nível mundial no setor da Cerâmica: Alemanha, Espanha, França e Itália. O resultado é o presente Guia de Boas Práticas que sintetiza o trabalho desenvolvido
pela APICER, com o apoio da CH Consulting ao longo do ano de 2012.

Os resultados deste estudo são muito animadores pois confirmaram que a APICER vem desenvolvendo um conjunto de iniciativas que se situam claramente ao nível do que melhor se faz nas associações congéneres. Facto ainda mais valorizado pois a sua atividade é feita
com menores recursos e num contexto de mercado de menor dimensão.


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Press Book Cer Responsável
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Documento de Referência sobre as Melhores Técnicas Disponíveis na Indústria Cerâmica
Em Novembro de 2008 a APICER publicou o “Documento de Referência sobre as Melhores Técnicas Disponíveis na Indústria Cerâmica”.

Tratando-se de matéria que consideramos da maior relevância para o sector, fizemos todos os esforços no sentido de conseguir a sua tradução em português, tarefa que se apresentava substancialmente onerosa face ao caracter eminentemente técnico do documento.

Graças ao patrocínio conseguido por parte da Direcção Geral de Energia e Geologia e com o apoio do CEDINTEC, foi possível fazer a sua publicação e distribuição gratuita, embora numa edição muito restrita e destinada em exclusivo aos nossos associados.

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Guia de Boas Práticas de Igualdade de Género no Sector da Cerâmica
O Guia de Boas Práticas de Igualdade de Género no Sector da Cerâmica” foi editado em Dezembro de 2011, no âmbito do projecto “Gerir para a Igualdade”.
Porque na fase de diagnóstico foram identificadas Boas Práticas em empresas que merecem ser divulgadas, entendeu-se oportuna a sua publicação, na forma de Guia, como instrumento de disseminação e apropriação por parte de outras empresas.

O Guia de Boas Práticas de Igualdade de Género no Sector da Cerâmica destina-se à gestão de topo das empresas e tem por objectivo a partilha de alguns procedimentos que ultrapassam o que é legalmente exigido neste domínio.

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Manual de Comunicação de Responsabilidade Social
Este Manual constitui uma publicação no âmbito do projecto “CER Responsável” e destina-se a empresas que desejam desenvolver práticas ao nível da comunicação com as partes interessadas internas e externas da organização. Trata-se de uma ferramenta inovadora, que se pretende que tenha uma valia essencialmente instrumental e operacional.
Num primeiro momento, enquadrar-se-ão os conceitos de responsabilidade social das empresas e de stakeholders/partes interessadas. Num segundo momento, e numa lógica muito prática, elencam-se algumas formas de comunicar com os elementos internos e externos às organizações.

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Guia de Boas Práticas de Responsabilidade Social no Sector da Cerâmica
O Guia de Boas Práticas de Responsabilidade Social no Sector da Cerâmica” foi editado em Dezembro de 2011, no âmbito do projecto “CER Responsável”, com o apoio do COMPETE.

Trata-se de uma ferramenta de grande utilidade, destinada aos órgãos de gestão das empresas ou outros colaboradores com responsabilidade na definição e implementação de planos de desenvolvimento e melhoria das empresas, transversal aos vários subsectores da cerâmica.

Esta publicação, quando complementada com outros instrumentos existentes, dos quais se destaca o Manual de Comunicação de Responsabilidade Social, concebido no âmbito do mesmo projecto, constitui um importante suporte às empresas para a definição das suas estratégias e políticas de RSE, estimulando atitudes inovadoras rumo à sustentabilidade.

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RELATÓRIO INFORMAÇÃO DE GESTÃO PARA PME’S
O relatório “Informação de Gestão para as PME” foi produzido pela APICER, com a colaboração da empresa “Link Management Solutions” e o apoio do COMPETE.
Este trabalho destina-se a proporcionar às empresas do sector elementos de informação que lhes permitam sustentar o processo de decisão, com base em ferramentas que conduzam à adopção de posturas de vigilância prospectiva e estratégica.

A informação disponibilizada está agrupada por quatro áreas:
1 – Enquadramento do Estudo
2 - Desempenho económico e financeiro do Sector
3 – Comércio internacional
4 – O Mercado da construção em Portugal e na Europa
 
Plano Estratégico para o Sector da Cerâmica em Portugal

Ano de Edição: 2009

O Plano Estratégico para o Sector da Cerâmica em Portugal foi concluído em 2009 e objecto de apresentação pública no Palácio Sotto Mayor em Lisboa no dia 21 de Julho de 2009, em sessão presidida pelo Secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, Prof. Dr. António de Castro Guerra, e que contou com a presença de 92 representantes de empresas e organismos convidados.

O estudo, realizado pela empresa “SPI – Sociedade Portuguesa de Inovação, SA”, está estruturado em sete capítulos.

Capítulo 1 – Introdução: No sentido de enquadrar genericamente o Plano Estratégico para o Sector da Cerâmica em Portugal, são apresentados os seus objectivos, fases de desenvolvimento do trabalho e instrumentos de recolha de informação.
Capítulo 2 – Diagnóstico do Sector da Cerâmica em Portugal: No sentido de conceber linhas de acção sustentadas nos pontos fortes do sector e coerentes com as tendências actuais, foi caracterizada a realidade interna da indústria cerâmica, aprofundada a sua envolvente política, económica, social e tecnológica e elaborada uma análise SWOT para o sector e subsectores no âmbito das áreas de actuação prioritárias.

Capítulo 3 – Estudos de Caso: Como forma de realizar um exercício prospectivo de possíveis cenários de evolução para o sector da cerâmica em Portugal foram identificados casos de sucesso internacionais de empresas e países que conseguiram desenvolver este sector, antecipando, assim, as linhas de orientação que deverão ser seguidas ao nível de Portugal.

Capítulo 4 – Cenários de Evolução: A análise efectuada ao sector, bem como a identificação de casos de boas práticas permitiram compreender o historial de desenvolvimento do sector da cerâmica, os modelos de negócio seguidos pelas empresas e países de maior sucesso e as principais tendências de evolução do sector a nível mundial, descrevendo-se 3 cenários possíveis que se estruturam num único cenário consolidado.

Capítulo 5 – Estratégia para o Sector da Cerâmica em Portugal: Com o objectivo de contextualizar o conjunto de actividades a desenvolver e tendo como base a situação actual do sector da cerâmica em Portugal e as tendências futuras perspectivadas, foram definidas a visão e missão do sector, bem como os seus objectivos genéricos e estabelecidas linhas de orientação estratégica.

Capítulo 6 – Projectos Mobilizadores e Fontes de Financiamento: Complementarmente, foi concebido um conjunto de actividades associadas às diferentes áreas de actuação a nível sectorial (projectos mobilizadores) que visam promover a competitividade das empresas. Da mesma forma procedeu-se à definição de um órgão de gestão destas actividades, à identificação de indicadores de monitorização e à elaboração de um plano de financiamento. Foi concebida uma carteira de 14 projectos sectoriais alinhados com as apostas estratégicas,
sendo que a sua execução ficará a cargo de três agentes fundamentais do sector, nomeadamente: APICER, CTCV e CENCAL.

Capítulo 7 – Recomendações: De forma a estruturar as apostas estratégicas que o sector da cerâmica deverá empreender, é apresentado um conjunto de recomendações às empresas.
BOAS PRÁTICAS Utilização Racional de Energia e Energias Renováveis
Este manual tem como objectivo apresentar um conjunto de orientações práticas para a redução dos consumos energéticos, bem como dar cumprimentos às exigências regulamentares, nomeadamente o SGCIE –Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia.
O presente documento pretende ser um guia para técnicos e gestores da indústria cerâmica, interessados no desenvolvimento da utilização racional de energia e para a utilização de energias renováveis nas suas empresas.
No sentido de apontar o melhor caminho em direcção às melhores técnicas disponíveis para a utilização de energia, o Centro Tecnológico da Cerâmica recorreu a diagnósticos energéticos no sentido de avaliar, na prática, o impacto das medidas de eficiência energética e a produção de energias por fontes renováveis.
 
ESTUDO DAS NECESSIDADES DE FORMAÇÃO NAS EMPRESAS DE CERÂMICA
Caracterização do subsector da Indústria cerâmica estrutural em Portugal
O estudo “Caracterização do Subsector da Indústria Cerâmica Estrutural em Portugal – Para uma Perspectiva de Futuro” foi promovido pela APICER e elaborado pelo CTCV, com o apoio do COMPETE. Caracteriza, sob diversas vertentes, o momento actual deste subsector, bem como as tendências de futuro, constituindo um importante instrumento que permitirá as empresas, individualmente ou em cooperação, perspectivar ou definir as suas estratégias de actuação futura e suportar a tomada de decisões, com vista ao incremento da sua competitividade.
Os conteúdos deste estudo são apresentados em 12 capítulos: 1 - Capacidade produtiva instalada e produção de 2008; 2 - Dimensão da empresa; 3 – Produtividade; 4 - Matérias-primas; 5 - Distribuição de custos de produtividade; 6 - Consumo energético; 7 – Ambiente; 8 - Vendas ; 9 - Perspectiva de consumo de produtos cerâmicos estruturais no curto prazo; 10 - Situação nos países mediterrânicos de referência; 11 - Análise comparativa; 12 - Conclusões , Agradecimentos; Participação; Bibliografia; Sites de referência.
 
NOTA: Mais informações sobre os Estudos ou condições de acesso devem consultar a APICER
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